Uma frase, um soco é uma regra de escrita do método do Miguel Loureiro. Cada frase leva uma só informação, e essa informação precisa bater.
Pilar 2 da AI Sales FactoryFluxoSe a frase tem duas vírgulas, um aposto e três ideias, ela trava, e quem lê perde o ritmo. A solução é quebrar em frases menores, cada uma com a sua pancada. Só que o soco convive mal com o picote. O texto picotado, com frases soltas e secas uma atrás da outra, soa estranho porque ninguém fala assim. As frases se ligam como na fala, com 'e', 'mas', 'só que', 'porque', 'aí'.
O que se corta é o aposto que atrapalha, não a ligação natural entre as ideias. Também vale apresentar tudo o que aparece pela primeira vez, sem supor que o leitor já sabe. A regra existe porque a atenção de quem rola a tela é curta e cada frase precisa mostrar por que merece ser lida. Em conteúdo que traz cliente, no pilar do Fluxo, isso faz diferença.
Uma dona de clínica escreve que sua equipe atende bem, mas que, em alguns dias, sobrecarregada com agenda, acaba demorando a responder quem chega fora do horário, o que faz o paciente procurar outra. Ela aplica a regra e quebra em duas frases. A equipe atende bem. Só que, fora do horário, o paciente espera e vai pra outra clínica. Cada frase leva uma ideia e bate.
A UMIND mostra onde o seu atendimento perde leads e o que os agentes de IA fazem em cada pilar.