Vilão da narrativa é aquilo que a história coloca como o inimigo do leitor. Em conteúdo que vende, o vilão quase nunca é uma pessoa, e sim uma prática, uma crença ou um mecanismo que prejudica o cliente sem ele perceber.
Pilar 2 da AI Sales FactoryFluxoPode ser o hábito de deixar o lead sem resposta no fim de semana, o desconto que ensina o cliente a pedir mais desconto ou a ideia de que mais anúncio resolve tudo. Toda boa história precisa de um vilão, porque sem conflito o leitor não tem motivo pra continuar. Ao nomear o vilão, o conteúdo dá ao leitor alguém contra quem se juntar, e a UMIND aparece como o aliado que ajuda a enfrentá-lo. É importante escolher um vilão que o leitor reconheça na própria rotina, senão a história parece distante.
E nunca é a pessoa que lê. Ela é a vítima do vilão, nunca a culpada. Em conteúdo do pilar do Fluxo, isso prende a atenção de quem ainda não sabe que tem um problema.
Um vídeo de uma consultoria apresenta como vilão o hábito de responder lead só no horário de expediente. O vilão não tem rosto, é um costume. O dono que assiste se reconhece e pensa que perde venda toda noite sem saber. No fim, o vídeo mostra como um agente de IA responde de madrugada. O dono passa a ver o hábito como o inimigo e a UMIND como a saída.
A UMIND mostra onde o seu atendimento perde leads e o que os agentes de IA fazem em cada pilar.